Menestrel – William Shakespeare

Postado: maio 11th, 2010 | Autor: Charles Oliveira | Guardado em: Dicas da Web | Palavra chave: , | Sem comentários »

Para você que acredita na emoção que a web pode causar, no impacto e na arte que pode não ter sido elucidada em primeiro foco, mas para quem sabe avaliar, a influência da web sempre esteve ali presente.
Com vocês:

MENESTREL, W. SHAKESPEARE

Antes que se pergunte o motivo do vídeo estar aqui, é que este é um dos vídeos que mais me impressionam, tanto pelo texto que é excelente quanto pela interpretação do ator na cena, se você acha que isso não tem haver com web, dê uma estudada em simbologia, história da arte e verá que há um pouco da simbologia da web, do design gráficos sempre representados ali, sejam em expressões, formas e diversos outros.

Para finalizar, digo que coloquei o vídeo por puro prazer de divulgá-lo e é só :)


Gestalt – A teoria aplicada ao design de logos e layouts

Postado: abril 20th, 2010 | Autor: Charles Oliveira | Guardado em: Teoria do Design | Palavra chave: , , , | 1 comentário »

Talvez uma das mais expressivas teorias utilizadas na confeção dos mais diversos trabalhos, em particular (no nosso caso) o design para web, o Gestalt, esse nome estranho que tem origem alemã e foi criada pelos psicólogos alemães, Max Wertheimer (1880-1943),  Wolfgang Köhler (1887-1967) e Kurt Koffka (1886-1940), nos princípios do secúlo XX.

A Gestalt é baseada em 4 princípios para percepção de objetos e formas: Tendência a estruturação, Segregação figura-fundo, a Pregnância ou boa forma e a Constância Percepitiva.

Em vários trabalhos hoje em dia, em principal os de logos e layouts podem ser vistos facilmente a aplicação da Gestalt e é para isso que foi escrito esse artigo de hoje, vamos ver alguns logos que são evidenciados a teoria da Gestalt.

Informações gerais sobre Gestalt podem ser vistos na Wikipedia

Lei da similaridade

Lei da Prignância ou boa forma

Lei da Prignância ou boa forma

Lei da simetria

Lei da simetria

Lei da experiência - Logo da IBM

Lei da experiência

São princípios que por mais simples que pareçam, exigem para trabalho um estudo bastante abrangente, mas acho que fiz uma abordagem que demonstrou como funciona esta que é uma das diversas teorias acerca da confecção de uma logo, layout e por ai vai :) .

Referências:

Soegaard, Mads (2010). Encyclopedia entry on Gestalt principles of form perception. Retrieved 20 April 2010 from Interaction-Design.org: http://www.interaction-design.org/encyclopedia/gestalt_principles_of_form_perception.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Gestalt


A morte como arte

Postado: abril 18th, 2010 | Autor: Charles Oliveira | Guardado em: Teoria do Design | Palavra chave: , , , , | Sem comentários »

Hoje falarei de um assunto que tem aterrorizado profissionais e ainda darei destaque para um dos casos mais conhecidos na web e que certamente vai lhe chamar a atenção: A morte, a dor e a dedicação em absoluto pela beleza visual.

Não sei se vocês sabem (ainda farei um post sobre isso com mais detalhes), tem um “pessoal” ai querendo tirar a graça de se dominar o Photoshop; estão querendo que todas fotos editadas no programa que modifiquem uma pessoa para algo que ela realmente não é em sua vida real seja demonstrado com um pequeno texto esclarecendo nas fotos o uso do PS.

Sério? Sim! Serissímo, há realmente quem ache que fotos de modelos magerrímas e outras não tão magras sejam esclarecidas ainda na foto sobre o uso do programa para alcançar um lado estético perfeito não existente na modelo.
E isso é errado? Eu não vejo problema nisso, e sinceramente acho a ideia de escrever na revista Playboy por exemplo, que a foto que você está vendo foi editada no Photoshop é demasiadamente desnecessário.

JUSTIFICO-ME: Quem trabalha com Photoshop profissionalmente, estuda arte, estuda vários conceitos de estética focando sempre um trabalho primoroso de se ver. Em resumo lhes digo que eu vejo isso como ARTE. Nâo são todas pessoas que vão apoiar, mas para mim , tornar algo (alguém) visualmente agradável é digno de quem se dedica para ser um artísta. Mas tudo bem, não serei eu aqui a afirmar algo, mas considerem uma opinião. :)

Seguindo…

Outro caso que me chamou a atenção e que foi abordado e muito discutido na web foi o caso do Kevin Carter que tirou essa foto abaixo, e que cometeu suícidio. Muitos afirmam que foi pela foto, pois ele em seu lado como profissional da fotografia preferiu retirar a foto do que retirar a criança da ameaçadora presença de um “predador”.

Seria ele um louco? Ou seria um artista que queria ter um trabalho digno de menção em vários jornais, como realmente aconteceu? Eu não me arrisco a dizer que ele fez certo, mas errado eu também não digo que ele foi em aguardar alguns minutos para tirar a foto. Salvo o lado profissional de fotógrafo, ele cometendo um erro ou não eu sinceramente penso que ele estava presente no momento como um ARTISTA e não tanto como um HUMANO, se é que é possível separar os dois lados da moeda assim. Eu vejo como uma bela captura de uma grande composição em um momento não tão interessante, pois havia o prejuízo da vida em risco e isso é REALMENTE gritante e eu não iria pessoalmente preferir a foto: Ou será que sim? Bem, a vida sim era o maior prejuízo a se ter como perda na foto e não o clique do assunto em destaque.

MAS SERÁ QUE ELE NÃO PENSOU NA RETRATAÇÃO LÚDICA DO QUE ESTAMOS VIVENDO E TENTOU REALMENTE

TRAZER ESSE ASPECTO PARA SEU TRABALHO COMO FORMA DE MOSTRAR AO MUNDO O DESCASO?

Talvez ele tenha feito isso num péssimo momento, mas como artista tenho certeza que ninguém vai negar a engenhosidade do Kevin. Lavo minhas mãos e deixo para você leitor a decisão de julgar se foi uma atitude certa errada, assim como na foto das revistas e outros mais aparecerem “EDITADO NO PHOTOSHOP”.

Para maiores detalhes do ocorrido veja este link Fotografia DG e entenda mais sobre o caso de Kevin Carter.

Abaixo a imagem capturada pelo fotógrafo:

Foto retirar pelo Kevin Carter, profissional da fotografia

Kevin Carter (1960-1994)